CRISTÃOS SOCIALISTAS AEXEMPLO DE CRISTO

sábado, 18 de julho de 2015

O AUGE DA CORRUPÇÃO, QUE ALGUNS FINGEM NÃO LEMBRAR

 
                                               Texto de (*)  Ester Neves

Na era FHC a corrupção era jogada para debaixo do tapete
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Desde o início do seu mandado FHC demonstrou que um governo transparente não estava em seus planos, quando acabou com a CEI – Comissão Especial de Investigação – constituída por representantes da sociedade civil e presidida pelo ex-ministro Romildo Canhim. Essa comissão foi criada pelo ex-presidente Itamar Franco, para subsidiá-lo com informações a respeito da corrupção existente no  país.
No final de 1994, a CEI divulgou um relatório que revelou a extensão e a gravidade do problema. Esse estudo mostrou que, após a era Collor, a corrupção não só aumentou como se tornou mais sofisticada.
Na era FHC, foram muitos os graves indícios de corrupção, que houve em seu governo. Todos jogados para debaixo do tapete.  Foi o Caso da Pasta Rosa, do Sivam, do PROER, e,  o pior de todos, no meu ponto de vista: trata-se da denúncia do Jornalista Hélio Fernandes, no jornal Tribuna da Imprensa, edição de 24.04.97, que apontou o filho de FHC, Paulo Henrique, como segunda pessoa na empresa do maior beneficiado com a privatização da Vale do Rio Doce, Light e outras estatais, Sr. Benjamin Steinbruck. 
A Vale foi uma empresa surrupiada do povo brasileiro. Antes da sua entrega o seu patrimônio mineral foi avaliado em US$ 1 trilhão e 500 bilhões. Foi “vendida” por ridículos R$ 3 bilhões, sendo que a metade dessa quantia foi liquidada com moedas podres. Os “compradores” também foram favorecidos com financiamentos do BNDES e créditos fiscais.
Em apenas um semestre, o primeiro de 2000, o lucro oficial da Vale do Rio Doce foi R$ 1,1 bilhão.
Não menos grave que o caso da venda/doação da Vale do Rio Doce foi o caso da venda da Telebrás, que foi revelada através do escândalo das conversas telefônicas grampeadas, que aconteceu no ano de 1998.
Os diálogos divulgados despertam a indignação de qualquer cidadão de bem.
Veja, a seguir, alguns trechos, bastante significativos, dessas conversas:
Da conversa de Mendonça de Barros com Jair Bilacchi, então presidente da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil):
- Mendonça de Barros: “Estamos aqui eu, André (Lara Rezende, então presidente do BNDES), Pérsio (Arida - sócio do banco Opportunity e ex-sócio de Lara Rezende) e Pio (Borges, então vice-presidente do BNDES), mas estamos aqui preocupados com a montagem que o Ricardo Sérgio (Diretor do Banco do Brasil) está fazendo do outro lado (referindo-se ao consórcio “borocoxô”, formado pela “tele-gangue”, que o então ministro Mendonça de Barros gostaria que fosse montado apenas para fazer figuração), porque está faltando dinheiro doutor.
- Jair Bilacchi: Ministro, nós estamos concentrando forças e nossa proposta é bem diferente. (...)
- Mendonça de Barros: Tudo bem. Mas, o importante para nós é que vocês montem com o Pérsio (Arida - sócio do banco Opportunity e ex-sócio de Lara Rezende), evidentemente chegando a um acordo.
Da conversa de Mendonça de Barros com Ricardo Sérgio, então diretor do Banco do Brasil (o tal que Antônio Carlos Magalhães denunciou ter recebido uma propina de R$ 90 milhões, para  ajudar  na formação do consórcio Telemar):
- Mendonça de Barros: Tá tudo acertado. Os dois consórcios, né? Agora o de lá está com problemas de carta de fiança, entende? Não dá para o Banco do Brasil dar, ô Ricardo?
- Ricardo Sérgio: Dá. Eu acabei de dar.
- Mendonça de Barros: Ah! Tá vendo como eu conheço você? (...)
- Ricardo Sérgio: O Banco do Brasil está financiando tudo.
- Mendonça de Barros: Eu sei, meu filho. Conto com você.
- Ricardo Sérgio: Nós estamos NO LIMITEDA NOSSA IRRESPONSABILIDADE.
- Mendonça de Barros: Não, não.
- Ricardo Sérgio: Eu dei 3 bi de crédito aqui (...)
- Mendonça de Barros: É lógico. Mas nisso aí estamos juntos, pô!
- Ricardo Sérgio: Não, tudo bem. E na hora que der merda, nós estamos juntos desde o início (...)
Da conversa de Mendonça de Barros com o irmão José Roberto:
- Mendonça de Barros: Agora, nessa sala de operação tá uma operação de levanta consórcio, depois dá uma rasteira, joga lá embaixo. Oh! Tá engraçado!
- José Roberto: Essa frase sua é antológica: Todo mundo mente, inclusive eu (...).
- Mendonça de Barros: Eu tenho uma boa notícia, vai: A MCI vai entrar.
- José Roberto: Ah, é?
- Mendonça de Barros: É tanto que agora nós estamos aqui nessa gangorra, nós estamos agora derrubando o outro consórcio, que é mais fraco.
- José Roberto: Tá, tá.
- Mendonça de Barros: Não, sabe por que Beto? – Porque você controla o dinheiro, na boa. O consórcio é feito aqui, pô. Evidente, a MCI, como é grande, independe. Ela vai entrar junto com a Telefônica, então não precisa de dinheiro do BNDES. Agora, mas esses consórcios borocoxôs que estão sendo formados aqui é tudo daqui (do BNDES). Então o Pio ora levanta...
Da conversa de Mendonça de Barros com Lara Rezende, então presidente do BNDES:
- Mendonça de Barros: Só tem um jeito deles combinarem um ágio com o Banco do Brasil.
- Lara Rezende: Ele perguntou se eles limitarem (referindo-se a possibilidade de o Banco do Brasil limitar o ágio). Eu disse não. O negócio é o seguinte: vocês primeiro dão um play a noite inteira. E depois o seguinte: desrespeita a autorização, abuso de poder se for o caso (...).
A divulgação dessas fitas trouxe à tona as negociatas forjadas nos bastidores do poder, com relação às privatizações.
Por esse tempo, FHC praticou uma série de maldades, como, por exemplo, reduziu as já minguadas verbas da educação, mandando cortar a merenda das crianças. Entretanto, esse mesmo governo tinha recursos públicos para promover a maior maracutaia de que se tem notícia, em nossa República.
Em seu livro “Um balanço do desmonte do Estado” o jornalista Aloysio Biondi revelou que, antes de vender as empresas telefônicas, o governo investiu 21 bilhões de reais no setor, em dois anos e meio, para entregá-lo ao setor privado por apenas 8,8 bilhões, e ainda financiando a metade desse valor, portanto, sem sombra de dúvidas essa foi uma transação imoral, que não tem outro nome que não seja: CORRUPÇÃO.
Ora, como se não bastasse o fato das empresas terem sido subavaliadas, a forma como o processo aconteceu não deixa dúvidas: as privatizações foram realizadas, conforme vimos nos trechos das conversas telefônicas divulgados, à margem da ética e da Lei, porque quebraram os princípios básicos estabelecidos no Art. 37, da Constituição Federal, para pautar os atos do governo na gestão da coisa pública, que diz: “A administração publica direta, indireta e fundacional, de qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade...”
O sigilo, caráter primordial da lei de licitação, também foi quebrado, quando o então ministro das Comunicações, Mendonça de Barros, e o então presidente do BNDES, Lara Rezende, envolveram-se em negociatas com seus amigos e financiadores da campanha eleitoral de FHC, interessados na aquisição/doação das empresas estatais.
Ficou evidenciado que o tripé da corrupção estabelecido nos processos de privatização foi o seguinte:
 1 – Os fundos de pensões das empresas estatais foram utilizados para a formação de consórcios, em parceria com a(s) empresa(s) privada(s) que queriam privilegiar.
2 – O próprio BNDES, portanto um órgão público, financiava os valores, em condições privilegiadas.
3 – As garantias dos empréstimos foram feitas através de fianças dadas por outro órgão público, o Banco do Brasil.
Em resumo: Os amigos do poder, financiadores das campanhas eleitorais tucanas, “compravam” empresas do estado, com dinheiro do Estado (financiamento do BNDES) e, risco para o Estado (fiança do Banco do Brasil).
CPI DA PRIVATARIA TUCANA JÁ!


(*) Ester Neves – escritora evangélica, autora do livro “Cidadania é para todos (inclusive para o povo cristão)”

sexta-feira, 17 de julho de 2015

O senhor Cunha deve APOSTAR QUE ENGANA todo o povo evangélico... A NÓS NÃO!!!


Chega ao fim a presidência de Eduardo Cunha

A delação de Júlio Camargo, da Toyo Setal, de que Eduardo Cunha teria sido o responsável pela cobrança de 10 milhões de dólares de propinas referentes a dois contratos de US$ 1,2 bilhão de navios-sonda, assinados pela Petrobras entre 2006 e 2007, é a tampa do caixão político do presidente da Câmara Federal que já vinha perdendo força no Congresso, apesar de todo seu comportamento de dono da Casa. Quem tiver dúvidas do que estou dizendo deve procurar o que JarbasVasconcelos (PMDB-PE) andou dizendo dele. Continue lendo aqui

segunda-feira, 6 de julho de 2015

POLÍTICAS DE AUSTERIDADE, NA CONTRAMÃO DO DIREITO À VIDA, COM DIGNIDADE: GREGOS DIZEM “NÃO”

Publicação do Jornal do Brasil, em 06 de julho de 2015

"Os gregos deram neste domingo (05/07) um contundente "não" às políticas de austeridade da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Com 78,69% dos votos apurados, 61,57% da população disse ser contra às exigências dos credores para liberar um novo pacote de resgate ao país, dando uma vitória maiúscula ao primeiro-ministro Alexis Tsipras, do partido de extrema-esquerda Syriza."

sábado, 4 de julho de 2015

QUEM SÃO OS CUNHAS E OS AROLDES? É PELO FRUTO QUE SE CONHECE A ÁRVORE!

                                    Texto de (*) Ester Neves

A atuação do senhor Eduardo Cunha, porém, não é só marcada pela covardia, em seu empenho para massacrar o trabalhador. SÃO MUITOS E GRAVES OS INDÍCIOS DE CORRUPÇÃO...

Desde que resolvi acompanhar a atuação dos ditos representantes do povo evangélico, só tenho acumulado decepções.
A primeira aconteceu nos anos 80. Pois, ingenuamente, julgando o caráter do cidadão pelo meu, resolvi confiar o meu voto ao senhor Arolde de Oliveira, porque se dizia “um candidato evangélico”. Pensava assim até que tomei conhecimento, através de um jornal sindical, de que esse senhor nunca vota favorável aos trabalhadores, nas matérias de seus interesses, tanto assim que, como deputado constituinte, foi um dos que recebeu NOTAS MAIS BAIXAS, dadas pelo DIEESE. Este foi o primeiro fato decepcionante para mim, mas não foi o único. Todos os casos rumorosos de corrupção têm políticos ditos evangélicos envolvidos. Uma vergonha!
E, quando a gente pensa que a coisa não pode piorar, vem um servo de Mamon tocar o terror.
Minha opinião sobre a atuação covarde do senhor Eduardo Cunha, contra o trabalhador, NÃO É BASEADA NO ACHISMO. Sua atuação tem sido no sentido de promover uma neoescravização do trabalhador brasileiro. O PL 4.330, da Terceirização, foi ardorosamente defendido por esse senhor.
Na Palavra de Deus, um alerta sobre essa prática covarde de transferência de renda do trabalho para os “donos dos campos” (hoje: donos do capital, donos das fábricas, donos das lojas, etc). Confira: “Vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens comidas de traças; ...eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi diminuído com fraude está clamando, e os clamores dos ceifeiros entram nos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Bíblia Sagrada).
A atuação do senhor Eduardo Cunha, porém, não é só marcada pela covardia, em seu empenho para massacrar o trabalhador. SÃO MUITOS E GRAVES OS INDÍCIOS DE CORRUPÇÃO, dos quais esse senhor tem sido acusado. Mas, como ele defende a Globo, esta finge que não vê. Confira a matéria que indicamos aquiAs ações que correm contra Eduardo Cunha”.
Mas, uma coisa eu tenho que reconhecer, diante da atuação do senhor Eduardo Cunha, o senhor Arolde de Oliveira é um santo.


(*) Ester Neves – escritora evangélica, autora do livro “Cidadania é para todos (inclusive para o povo cristão)”

quinta-feira, 25 de junho de 2015

CIDADANIA RESPONSÁVEL

                                                                                Texto de Ester Neves
       O caráter de um cristão genuíno é moldado de acordo com os princípios fundamentais do cristianismo, que estabelece como Lei Suprema "Amar a Deus de todo o coração e ao próximo como a si mesmo".
      Caráter é um fator da personalidade, que influencia o modo como agimos, inclusive em sociedade. Creio que é por isso que o cristão foi definido por Cristo como  "sal da terra" e "luz do mundo".
      O sal age, reage, tempera, transforma. Quanto à luz, não pode ser escondida, mas, sim, colocada no velador, para alumiar a todos.
      Participar para transformar, qualquer situação na qual esteja faltando sal e luz, deve ser o lema de todo cristão, que queira adotar uma atitude coerente com o seu caráter de "cidadão dos céus".
      Cada país adota uma forma de governo, através da qual se estabelecem as relações entre os cidadãos e desses com o poder constituído e vice-versa.
      Nossa Constituição estabelece o seguinte: "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição".
      Portanto nossa Carta Magna garante  aos cidadãos brasileiros uma democracia representativa e atuação direta, através das instituições criadas com a finalidade de organizar a participação política e social do povo, tais como: associações de moradores, sindicatos, partidos políticos, etc.
      Quando falamos em democracia representativa, estamos falando em um sistema de governo em que os cidadãos elegem suas lideranças para governarem e legislarem como seus representantes, na defesa dos seus interesses. Todavia, o dever do cidadão não se restringe ao ATO DE VOTAR, como muitos julgam ser suficiente.
      Se o cidadão vota por votar é preferível que não o faça. 
O voto só tem valor, como instrumento de poder democrático, quando é consciente. 
      Porém, como votar consciente sem uma participação efetiva? Sem que o cidadão conheça a atuação política daqueles que estão se propondo a representá-lo no poder?
      Infelizmente, devido as condições que lhe tem sido impostas, o povo tem tido dificuldades para se fazer representar, verdadeiramente.
      Alguns fatores têm contribuído para a fragilidade da nossa pobre democracia, dentre os quais se destacam: a atuação da mídia voltada para a defesa dos interesses dos seus patrocinadores, e a influência do poder econômico nas eleições.
      A política econômica que está sendo implementada em nosso país, de acordo com os princípios do neoliberalismo ou livre comércio, só tem chance de dar certo, para o povo, onde existe democracia forte, como é o caso dos Estados Unidos da América. Lá existem instituições verdadeiramente representativas dos cidadãos, inclusive algumas instituições que defendem os interesses do povo evangélico, de acordo com a ética cristã, dentre as quais se destacam: Chistian Defense Fund, Christian Coalition e Coral Ridge Ministries.
      Diante do quadro de injustiça e miséria, os cidadãos brasileiros, verdadeiramente cristãos, não podem ficar omissos. Pois, sabemos que AMOR e JUSTIÇA são os fundamentos do caráter de Deus. Jesus, no cumprimento do seu mister, revelou isso. Foi homem de amor e de justiça.
      Como "cidadãos dos céus", não podemos deixar de refletir o caráter de Jesus.
      Os filhos das trevas organizam-se para defenderem seus interesses. Sabiamente, eles utilizam-se dos canais democráticos de que dispõem.
      O que está fazendo o povo evangélico em favor da vida?
      Costumamos fazer oposição à pena de morte, mas não nos opomos à miséria, um instrumento de morte lenta.
      O Brasil social é constituído por cada um de seus cidadãos. Portanto, cada um, como uma pequena partícula do todo, é responsável, em maior ou menor grau, pela construção da sociedade brasileira. E, igualmente, todos sofrem as consequências dos males que ajudam a construir, por omissão ou comissão. Podemos citar, como exemplos, a violência, a dengue e muitas outras doenças que se alastram, como fruto do descaso com a saúde do povo.
      No meu entender, a igreja, enquanto instituição, não deve atuar diretamente na política. Porém, no desempenho da sua função de "sal da terra" e "luz do mundo" o cidadão evangélico e todos os que se dizem cristãos devem atuar, não apenas na política, mas onde se fizer necessário. Portanto, não é a política interferindo na vida espiritual do povo, mas o contrário.
      Podemos participar da construção da nossa cidadania em qualquer instituição, tal como, partidos políticos, sindicatos, associações de moradores, etc.,  cujo conteúdo programático e doutrinário esteja de acordo com os princípios da ética cristã.  Podemos também criar instituições especificas para esse fim.   

Corrupção sistêmica: “As vossas riquezas estão corruptas...” (Tiago 5:2)


Por que os bancos brasileiros ganham tanto dinheiro?
Porque, além de gozar de blindagem na mídia corrupta, desfrutam de um objeto de chantagem permanente contra o Governo, disfarçada sob o  nome de DIVIDA PÚBLICA. Uma estratégia contábil imoral construída por meio de variações ilegais, de juros sobre juros, desde a ditadura de 64 que, segundo a CF de 88, deveria ser submetida a uma AUDITORIA. Essa dívida arrasta para os banqueiros quase 50 % do orçamento que engessa a capacidade do executivo de Governar, para promover o desenvolvimento do país. 

É por isso que estamos vendo o atual governo refém do mercado financeiro. E, enquanto isto, eles ficam cada vez mais ricos, e o povo fica mais empobrecido. Chama-se a esse processo de TRANSFERÊNCIA DE RENDA, ou seja, o enriquecimento de alguns à custa do empobrecimento da maioria, E NÃO DO DESENVOLVIMENTO REAL DO PAÍS, que a todos beneficia, como vinha gradativamente acontecendo. 

Confira a matéria: "Por que os bancos brasileiros lucram tanto?", acessando-a aqui