Pr. Adonai do Espírito Santo
"Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos que se acham desamparados.
Abre a tua boca, julga retamente e faze justiça aos pobres e aos
necessitados." Prov. 31: 8
e 9.
Um
político evangélico não pode ser igual aos políticos que não conhecem a Palavra
de Deus.
Para ser
"sal da terra" e "luz do mundo" é preciso ser diferente.
Não por simples diletantismo ou adotando atitudes exageradas e fanáticas, mas
por ser nascido de novo, de conformidade com a doutrina que Jesus ensinou a um
político e religioso de sua época - o sábio Nicodemos.
Entendemos que a primeira qualidade que um político evangélico deve ter é a fidelidade
a Deus, obedecendo a Sua Palavra.
Josué, um
grande estadista da história de Israel, assinalou a sua vida mais pela
fidelidade a Jeová e à Sua Lei do que pelas estupendas vitórias que
conquistou. (Js. 1: 1 a 9).
Outra
condição essencial é a vocação.
Não
adianta alguém pretender ser Vereador, Deputado ou Senador, simplesmente
pensando nos subsídios ou na posição de destaque, se não for vocacionado para a
vida pública.
O
exercício desta atividade de liderança exige muito espírito público, renuncia,
coragem e perseverança, humildade e a indispensável formação intelectual.
A Bíblia
nos informa sobre homens verdadeiramente vocacionados para a vida pública e que
foram grandemente abençoados e usados por Deus.
José do
Egito, por exemplo, está consagrado na história universal como um dos maiores
administradores de todos os tempos.
Relacionaremos, a seguir, algumas qualidades evidentes em determinados
personagens da Bíblia, como também alguns defeitos de outros, igualmente
registrados na Palavra de Deus.
O
político evangélico deverá:
1º - ser vocacionado para a vida pública
como Mardoqueu, que sempre estava bem informado e assessorava a rainha Ester
com eficiência. Et. 2:5, 10, 19, 21 a 23 - Cap. 4 e Cap. 10;
2º - ter firme convicção de sua fé, ser
leitor e observador da Palavra de Deus, como Josué. Js 1:8 e 9, 24:15;
3º - ser manso, compreensivo e
misericordioso, como Moisés. Nm. 12:3;
4º - pedir sabedoria a Deus, sem confiar
em seus próprios conhecimentos intelectuais, como Salomão;
5º - ter prudência para entender as
armadilhas dos adversários como Neemias. Nm.6;
6º - ter coragem para enfrentar crise,
contrariar ordens absurdas, sem negar a fé, como Daniel. Dn. 6;
7º - ter coragem para assumir
responsabilidades, como Débora. Jz.4;
8º - não ter medo de denunciar os erros
dos poderosos do dia, como Samuel e Natã. 1ª Sam. 15: 10-29 - 2ª Sm. 12: 1 a
15;
9º - não ser ambicioso como Gideão. Jz.
8: 22 e 23;
10º - Ester disposto a sacrificar a
própria vida, em defesa de seus irmãos, como Ester. Et. 4:16;
11º - ser pacificador, como Abraão. Gen.
13: 7-9;
12º - ser otimista e confiante no poder
de Deus, como Calebe. Nm. 13:30 - 14: 06-24.
O líder cristão
não deve ser:
1º - demagogo e capcioso, como Absalão.
2ª Sm. 15: 1-6;
2º - fraco e incoerente, como Arão - Êx.
32: 1-4;
3º - desobediente, como Saul - 1ª Sm.
15: 10-29;
4º - fácil de ser envolvido, como Acabe
- 1ª Rs 21:25;
5º - subornado, como Balaão. 2ª Pe. 15 e
16;
6º - envolvido por questões alheias,
como Josias. 2ª Cr 35: 20 a 24.
Quem
quiser ser um bom líder, no entanto, além desses exemplos humanos, sujeitos a
falhas e imperfeições, tem o espelho maravilhoso de Jesus, o qual , durante o seu
ministério terreno, demonstrou magistralmente o que é liderar.

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